E é assim mesmo, sem te pedir permissão
que eu me despenco entre vales e corregos
nas tuas veias e cabelos, por onde passo te inauguro.
Como um ladrão, sem pedir consentimento,
te furto o ar e o espaço entre tuas mãos.
E é assim mesmo, que te invado
te proponho o pecado e depois o perdão.
Como um ladrão, não mostro arrempedimento
de todo esse tormento em querer enganar a
solidão.
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